Minha cidade preferida. Ficar dentro da Medica (a cidade murada) é fundamental. Dá para fazer tudo a pé, mas se anda bastante. Tente se hospedar em um Riad, a casa típica marroquina que hoje são quase todas hotéis.
Andamos pela cidade toda, passando pelas mesquitas, mercados, túmulos e praças. Também fomos na cidade nova, onde está o terminal rodoviário e a estação de trem (que é bem barato por sinal). Chegamos em Marrakech voando de Roma pela Ryanair pela manhã (era o único voo low fare que chegava no Marrocos de manhã partindo da Europa).
No primeiro dia, conhecemos a parte sul da Medina e um pequeno mercado que existe por ali. Além de um conjunto de tumbas, um prédio lindo, todo decorado com azulejos coloridos, que foi usado como cemitério em séculos passados. Incrível como a paz reinava ali, além das inúmeras laranjeiras, que estão por toda parte (acredito que seja porque são citadas no Alcorão como as árvores do paraíso).
Andamos em direção à Djemaa El-Fna, a praça principal, patrimônio da humanidade pela Unesco. É, sem dúvida, a atração máxima da cidade. Impossível descrever, mas vou tentar. Nessa praça gigante, misto de passado e presentes, estão lojas que vendem tênis de marca mesclado com mulheres tatuadoras que adornam as mãos das mulheres com arabescos sem fim de hena, contadores de história, homens que encantam serpentes, adivinhadores, barracas de comida (escargot é iguaria apreciada por todos e vendido em pequenas porções com um caldo, tipo o marisco belga) e de suco de laranja, além das frutas secas. Homens e mulheres com roupas típicas andam de um lado para o outro.
Almoçamos em um restaurante de comida típica de onde dava para ver toda a praça. Comida ótima, eu fui de cuscuz marroquino de legumes, meus amigos de tahine de carne (carne em pedaços com legumes e azeitonas cozida num recipiente de terra-cota que parece um funil invertido) e kafta (só que lá elas vem como bolinhos de carne achatados e não no espeto).
Depois disso, fomos a café em um terraço ao lado para ver o pôr-do-sol. Imagem surreal e passeio obrigatório. Vimos o sol cair e praça se transformar, ficando muito lotada. Incrível e cheia de vida. Imagem para ser guardada para sempre na memória.
O segundo dia começou cedo com café da manhã na Riad (muito mel para adoçar a vida e chá de hortelã), seguido de caminhada pelo souk judaico,palácio real, alguns museus bem meia-boca e o complexo da Esscola de Alcorão, sem dúvida o lugar mais lindo até então. Os museus são um tanto quanto fracos e os prédios, todos muito bonitos, ofuscam bastante as obras de arte, que são medíocres.
Fechamos o dia com mais um pôr-do-sol na Djemaa El-Fna.
À noite fomos à cidade nova, comemos por lá.
Para a próxima viagem: Marrakech é porta para o deserto, mar e montanhas. 4 dias extras poderiam ter dado acesso para esses passeios. Se você tiver tempo, programe-se, pois vale a pena!!!
Hospedagem
Riad Massin - US$ 16,00 por dia e US$ 2,00 café da manhã.
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"My favorite city. Staying within the Medica (the walled city) is essential. You can do everything on foot, but if you walk a lot. Try to stay in a Riad, a typical Moroccan house which today are almost all hotels.
We walked all over town, past the mosques, markets, squares and tombs. We were also in the new town, where bus and train station (which is pretty cheap by the way). We arrived in Marrakech Ryanair flight from Rome in the morning (it was the only low fare flight that arrived in Morocco in the morning from Europe).
On the first day, we know the southern part of the Medina and a small market that exists there. In addition to a set of tombs, a beautiful building, decorated with colored tiles, which was used as a cemetery in past centuries. Incredible as peace reigned there, besides the many orange trees, which are everywhere (I believe it is because they are mentioned in the Koran as the trees of paradise).
We walked towards the Djemaa el-Fna, the main square, world heritage by Unesco. It is undoubtedly the top attraction of the city. Impossible to describe, but I'll try. In this giant square, a mixture of past and present, are stores that sell branded shoes mingled with women tattoo artists that adorn the hands of women with henna endless arabesques, storytellers, snake charming men, magicians, food stalls (escargot delicacy is enjoyed by everyone and sold in small portions with a broth type seafood Belgium) and orange juice, and dried fruit. Men and women in traditional costumes walk from one side to the other.
We had lunch in a typical food restaurant where you could see the whole place. Great food, I went from vegetable couscous, tahini my friends meat (meat pieces cooked with vegetables and olives in a terra-cotta container that looks like an inverted funnel) and kafta (only there they come as meatballs flat and not on a stick).
After that, we went to breakfast on a terrace next to see the setting of the sun. Surreal image and obligatory tour. We saw the sun fall and become square, getting very crowded. Awesome and full of life. Image to be stored in memory forever.
The second day started early with breakfast in Riyadh (much honey to sweeten life and mint tea), followed by a walk through the souk Jewish royal palace, museums and some half-assed, and complex Esscola Koran, no doubt the most beautiful place so far. The museums are somewhat weak and buildings, all very beautiful, very obscure works of art, which are mediocre.
We ended the day with another sunset sun in Djemaa el-Fna.
At night we went to the new city, we ate there.
For the next trip: Marrakech is the gateway to the desert, sea and mountains. 4 days extra could have given access to these tours. If you have time, set up, it is worth it! (Translated by Google)"